O projeto Amazônia, Bioeconomia e Desenvolvimento Humano trata-se da execução de um conjunto de atividades destinadas ao desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Economia Indígena Sustentável em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, nas comunidades indígenas do Assentamento Agrícola Teotônio Ferreira.
Problema que quer resolver
O projeto “Amazônia, Bioeconomia e Desenvolvimento Humano” surge em parceria com o AATF (Assentamento Agrícola Teotônio Ferreira), com 1.500 famílias indígenas multiétnicas, perfazendo um total de 8.600 pessoas, com 48 mil hectares de terras produtivas que não produzem por falta de onde escoar a produção.
Solução apresentada
De modo a contribuir para a criação de um MERCADO CONSUMIDOR para os produtos que serão fabricados, e de um modo geral para os produtos da Amazônia, elegemos a cidade do Rio de Janeiro como cidade-mercado, para estimular a formação de um público voltado ao ‘consumo responsável’ de produtos que incentivem a consciência do consumidor em adquirir mercadorias eticamente corretas que tenham um impacto positivo na sociedade, na economia e no meio ambiente.
O consumidor carioca busca não apenas produtos, mas experiências que reflitam sua identidade e valores de vida.
A relação do carioca com o ‘consumo consciente’ está intrinsicamente ligada ao respeito pela natureza e à valorização dos recursos naturais em todo o Brasil. Produtos que abraçam esta filosofia têm ganhado destaque nas prateleiras e vitrines cariocas.Preferências do Consumidor
Nos últimos anos, o ‘consumo responsável’ no Rio de Janeiro tem crescido de forma expressiva. Esse crescimento é estimulado por mudanças nas preferências do consumidor, preocupações com a sustentabilidade, com a preservação da natureza, saúde, nutrição e uma maior conscientização sobre as questões éticas ligadas ao consumo de alimentos têm desempenhado um papel fundamental no crescimento de um mercado de ‘consumo consciente’.
As estatísticas representam um crescimento de 75% em relação a 2012, quando a mesma pesquisa indicou que a proporção da população do Rio de Janeiro se declarava voltada para o ‘consumo responsável’.
Tipo e justificativa da inovação
Ter a Amazônia como instrumento da transmissão de valores socioculturais e ambientais essenciais às transformações de comportamento do mercado consumidor é uma excelente oportunidade para colaborar com a consolidação de uma cultura de preservação do meio ambiente e apoiar as iniciativas de produção da Economia Sustentável da Floresta, tendo como tarefa o desenvolvimento das habilidades individuais e coletivas dos povos indígenas.
Com a realização deste projeto, a FUEA, o ISC e o IAPOAM têm a intenção de fomentar a Cadeia Produtiva da Economia dos Povos Indígenas do Médio e Alto Rio Negro, para que as comunidades tradicionais produtoras agrícolas sejam estimuladas a gerar renda própria, desenvolvendo a capacidade da produção com a qualidade que cada uma delas possui, aproveitando a oportunidade de ampliar a visão da sociedade de que a relação entre o Homem e o seu ambiente resulta de um conjunto de atitudes morais, sociais, culturais e econômicas.
A escolha pela defesa da Amazônia e pelo respeito às culturas dos povos indígenas como ferramenta de mobilização do mercado consumidor explica a ‘tomada de decisão’ dos organizadores do projeto por um ideário que implica em agregar, valorizar e ouvir as vozes esquecidas de uma cultura milenar que tem uma forte identificação com toda a sociedade brasileira.
Consideramos uma ‘excelente oportunidade’ de contribuir para qualificar o debate público sobre as questões ambientais no Brasil e, ao mesmo tempo, apoiar as comunidades indígenas na sua capacidade de produção.O eixo condutor do projeto “Amazônia, Bioeconomia e Desenvolvimento Humano: construindo cidadania a partir da economia sustentável da floresta” foi elaborado no sentido de cumprir a tarefa primordial de ‘extensão’ do processo de produção, qual seja: produzir, comercializar e expandir a partir das relações sociais.
Entendemos ‘extensão’ como uma prática incentivadora da sociabilidade e descobertas de novos espaços e arenas de debate. São situações relacionadas com a preservação da Floresta e a formação de uma opinião pública mais consciente de suas responsabilidades, por isso, vêm contribuir para a efetivação de um conjunto de hábitos que estimule um modelo de desenvolvimento comprometido com a redução das desigualdades sociais e dos impactos ambientais.
É assim que este projeto assume fundamental importância não só para os estudos dos povos indígenas do Médio e Alto Rio Negro, incluindo as relações de gênero, mas também porque poderá contribuir para o desenvolvimento sustentável dos indígenas desta região, sobretudo as mulheres, que poderão organizar-se melhor para a conquista de políticas públicas.
Consideramos que iremos nos confrontar no mercado com desafios que precisam de ferramentas de apoio relacionadas a diversas áreas. A retomada da economia brasileira está impondo novas demandas de ações articuladas não só com a contextualização de cada região do país, mas com a discussão mais ampla sobre os problemas nacionais que implicam na substancialização de uma política renovada de difusão de informações com qualidade e de mudança no comportamento das pessoas.
O que se pretende é a difusão de uma ação empreendedora e educativa, aliada a um conceito transformador de formação da cidadania, direcionada ao mercado e ao público consumidor, tendo como base a criação de uma estrutura de fabricação e comercialização dos produtos da Economia Indígena Sustentável, vindo contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades.
Deste modo, o desafio é fazer com que o público compreenda a importância do respeito ao meio ambiente e à cultura dos povos tradicionais do Brasil. Uma ação criativa, pedagógica, de produção, de comunicação, de comercialização e distribuição eficiente de um ‘Kit de Produtos’ das comunidades indígenas de SGC, voltada para a difusão de uma cultura ambiental que visa contribuir para a melhoria da qualidade da opinião pública brasileira, vem criar um ambiente positivo no mercado no sentido de incentivar a conscientização sobre a realidade ambiental e social do Brasil.
O projeto “Amazônia, Bioeconomia e Desenvolvimento Humano” visa fomentar um trabalho de divulgação no sentido de dar visibilidade às comunidades indígenas de São Gabriel da Cachoeira, a cidade mais indígena do Brasil, fortalecendo as identidades culturais inspiradas por elas, convertendo-as em um viés de relevância para a criação de uma Rede de Solidariedade inspirada pela conscientização ambiental e o consumo responsável.
Para ter consciência ambiental é preciso apreender a realidade atual com imaginação e interatividade. A realidade da Amazônia é uma excelente oportunidade. Para isso, nada melhor do que uma prática que extraía de um conjunto de informações sobre o tema todos os seus significados, criando a oportunidade de compreender a realidade de um modo próprio, direto e imediato.
O prazer da consciência ambiental conquistado deixará marcas no público que ele jamais apagará. Portanto, a formação de um público consumidor mais consciente das suas atitudes é um ato de transformação da sociedade. A discussão sobre as informações que serão difundidas para a comercialização dos produtos da Economia da Floresta irá causar no público consumidor a opção de escolher um caminho que valorize a responsabilidade social como um comportamento que o tornará livre e independente para o resto da vida.
Geração de receita
Marketing Digital
Objetivos:
• Maximizar a difusão da Plataforma Digital e da Loja Virtual tendo em vista as variáveis externas, favoráveis ou não.
• Desenvolver um planejamento eficiente que potencialize a capacidade de obter o máximo de assinaturas, visualizações e consumidores fidelizados.
Principais ações:
• Anúncios no Google
• Anúncios no Facebook
• 'Inbound' Marketing
• Gerenciamento das Redes Sociais
• Uso das técnicas de SEO (Search Engine Optimization)
• Sistema de envio de E-mail Marketing
• Criação de Campanha de E-mail Marketing.
O projeto é destinado às Classes A, B e C, tendo a estratégia de marketing digital voltada para potencializar o máximo de assinaturas, visualizações, acessos, leitores e consumidores fidelizados.
(A previsão de acessos e visualizações é de 40 milhões de internautas, cada mês).Público-alvo (Nichos Específicos)
Classe A - Elites brasileiras. Total da População: 3,79% (ricos e influentes - 1,34%; elite urbana qualificada - 2,45%).
Classes A e B - Experientes com vida confortável. Total da População: 6,25% (aposentados com mais de 60 anos, tradicionais e de alto padrão - 1,37%; a caminho da aposentadoria nas grandes cidades -2,29%; assalariados de meia idade - 2,58%).
Classes A, B e C - Mulheres com nível superior. Total da População: 6,32% (profissionais liberais qualificadas - 1,37%; professoras, acadêmicas e estudantes universitárias - 2,34%; estabelecidas no mercado de trabalho - 2,61%).
Classes B e C - Juventude trabalhadora urbana. Total da População: 6,87% (construindo uma carreira promissora - 2,01%; jovens dependentes do interior - 2,06%; protagonistas da classe média urbana -2,81%).
Classes B e C - Adultos urbanos estabelecidos. Total da População: 10,24% (com renda complementar - 2,07%; amadurecendo confortavelmente - 2,74%; ascendentes de bairros periféricos nas cidades - 2,24%; operários bem remunerados - 3,19%).
Classes B e C - Donos de negócio Total da População: 5,87% (empresários estabilizados - 2,14%; jovens empreendedores e ousados - 1,57%; pequenos negociantes em cidades do interior - 2,16%).
Classes B, C e D - Universitários, jovens urbanos, comunidades e idosos. De acordo com o último censo, 8.033.574 de jovens universitários estão matriculados no ensino superior. São ofertados 33 mil cursos de graduação em 2.364 instituições no Brasil. Outro destaque é o dos jovens adultos nas periferias das grandes cidades. Esse segmento equivale a 16,8% da população brasileira. Um perfil em crescimento é o dos idosos, com o aumento cada vez mais acentuado de acesso à internet.
OBSERVAÇÃO 1: Outro perfil será uma divulgação específica em universidades, escolas públicas, instituições governamentais e não governamentais, nacionais e internacionais, artistas, jornalistas, meios de comunicação etc...
OBSERVAÇÃO 2: Um segmento em crescimento é o dos idosos, com o aumento cada vez mais acentuado de acesso à internet, na busca de informações de conteúdo.Representação Comercial
Aluguel de uma Casa-Sede-de-Produção em local de visibilidade no qual se possa organizar uma representação comercial do Instituto Solidariedade e Cultura (ISC) no Rio de Janeiro com produtos da Amazônia, que seja empreendedora de soluções digitais e presenciais, para o desenvolvimento da comercialização e distribuição dos produtos, tendo a comunicação como uma ferramenta importante para estabelecer a integração das relações institucionais e da comercialização nos circuitos de interesses específicos, com a supervisão da Incubadora de Negócios de Impacto Social e Ambiental da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis (FACC-UFRJ). A Casa-Sede-de-Produção será um escritório-depósito para armazenar adequadamente os produtos vindos da Amazônia (secos, refrigerados e/ou congelados), além de acolher a comunicação e os serviços de venda, comércio, logística e administrativos. O propósito é tornar o espaço em um local de apoio para a promoção e o fomento das atividades de divulgação sobre a Economia Indígena Sustentável do Rio Negro, dando suporte à elaboração e veiculação da Campanha de Solidariedade que irá despertar no mercado e no público o interesse pelo consumo dos produtos da região.
"REDE VAREJISTA”
Nossa estratégia de representação comercial estará voltada para os seguintes segmentos:
Supermercados – de Médio Porte
Os Supermercados de médio porte são lojas de vizinhança onde se vendem gêneros alimentícios e outras mercadorias, localizadas em bairros e com áreas de vendas não muito distantes umas das outras. Um Supermercado desse gênero possui, em média, mais de 7 mil itens em suas prateleiras. Porém, o seu faturamento é baseado na venda em média de apenas 276 produtos, ou 4% de todo seu mix, cerca de 50% das vendas.
Nossa missão será introduzir pelo menos um item do nosso ‘Kit de Produtos’ no mix principal dessas redes. Esses mercados trabalham com o conceito de autosserviço. O público consumidor é composto por pessoas das Classes B e C residentes em grandes regiões metropolitanas. Os produtos que comercializam são, especialmente, alimentos, além de artigos de uso e consumo imediatos. Eles apresentam alto giro de suas mercadorias e baixa margem de lucro, mantendo seus preços competitivos. Sete (7) redes de Médio porte se uniram no Rio de Janeiro para competir com os grandes Supermercados. São elas: Bramil, Campeão, Costazul, Inter Supermercados, Princesa, SuperPrix e Supermercados Real de Itaipu.
Supermercados – de Grande Porte
Paralelamente a essas políticas, as organizações líderes também vêm procurando maximizar a sua eficiência operacional e fidelizar o consumidor, oferecendo um formato de loja adequado a um atendimento diferenciado, agregando alguns serviços como entregas em domicílio e cartões para clientes preferenciais. Missão: entrar em pelo menos uma grande rede de Supermercados.
Empórios
A cidade do Rio de Janeiro é caracterizada por grande número de empórios. Os empórios são lojas muito bem montadas que refletem um grande fluxo comercial, apresentando uma intensa variedade de produtos. Atualmente, os empórios são considerados sinônimos de bazares, ou um gênero de estabelecimento comercial onde são vendidos vários tipos de produtos diferentes: do alimento ao artesanato.
Entre os principais relacionamos: Empório Gourmet Show-Delicatessen do CADEG; Empório de JaneiroDelicatessen; Lojas Empório-moda feminina; Empório Santa TherezinhaEmpório gourmet; Empório Bota-Empório gourmet Marina da Glória; Empório DOC-Empório gourmet; Empório D'gustee-Empório gourmet; Empório Sabores de Portugal-Empório gourmet; Empório MandacarEmpório gourmet; Empório Jardim-Padaria; Vegano EMPÓRIO-Loja de frutas secas Casa & Gourmet; Empório Trem das Gerais-Empório gourmet; Empório Farinha Pura-Delicatessen; DNA Empório Passeio Mall Centro RJ, Loja de produtos naturais.
Feiras Orgânicas
As Feiras Orgânicas se tornaram uma febre no Rio de Janeiro. Não é de hoje que os cariocas buscam se alimentar com hábitos mais saudáveis. Assim, as Feiras orgânicas têm ocupado um espaço cada vez maior no mercado. É uma nova tendência do consumo responsável. A procura por produtos veganos cresceu cerca de 1.000% nos últimos 4 anos. Colocar os Produtos da Cadeira Produtiva de SGC em Feiras Orgânicas será uma excelente oportunidade de criar um espaço de consumo e de formação da opinião pública.
Circuito Carioca de Feiras Orgânicas:
Feira Orgânica de Ipanema; Feira Orgânica da Barra da Tijuca; Feira Orgânica do Leblon; Feira Orgânica da Tijuca; Feira Orgânica da Praça General Osório; Feira Orgânica do Parque das Rosas; Feira Orgânica do Bairro Peixoto; Feira Orgânica do Jardim Botânico; Feira Orgânica de Olaria; Feira Orgânica do Recreio; Feira Orgânica de Niterói e Feira Orgânica do Méier.
Lojas de Conveniência
Uma loja de conveniência é um pequeno estabelecimento comercial, muitas vezes funcionando em regime de franquia, localizada quase sempre em postos de abastecimento, estações ferroviárias ou de embarque, condomínios ou ruas movimentadas. Representam uma forma de atrair novos consumidores.
Entre algumas citamos: Fênix Lojas de Conveniência na Lagoa; Alfa Belle na Barra da Tijuca; Boom Loja de Conveniência em Paciência; Alegria de Benfica na CADEG; Loja de Conveniência Piraquê na Tijuca; Loja de Conveniência Santa Clara da Pavuna na Pavuna; Americana Express no Jardim Guanabara; BR Mania (a rede de lojas de conveniência dos postos BR); Ipiranga (rede dos Postos Ipiranga); Caldeira na Barra da Tijuca; Loja Rosa Cruz na Ilha do Governador; Olavo P Oliveira em Tomaz Coelho e Madureira, César Fiad no Centro; PPB Conveniência no Galeão; Local Americanas (rede de lojas); WM Conveniência (rede de lojas); Shell Select (rede de lojas); entre outras.
Magazines
As Redes de Magazines são estabelecimentos comerciais que vendem os mais variados artigos de moda, roupas, móveis, eletrodomésticos, ferragens, cosméticos, bijuterias, jogos, produtos de esporte, gêneros alimentícios específicos, entre outros. A principal Loja de Departamento no Brasil é a LASA (Lojas Americanas S/A), a qual inovou no mercado ao oferecer produtos alimentares e outros itens típicos de supermercados.
Entre outras, destacamos: a B2W (BTOW3), Magazine Luiza (MGLU3) e Via Varejo (VVAR3). Importância da Criação de uma Loja Virtual Profissional Além de todas as alternativas de mercado propostas para uma representação comercial dos produtos da Cadeia Produtiva do Rio Negro, salientamos o crescimento das vendas em Plataformas Virtuais.
Loja Virtual
Além de todas as alternativas de mercado propostas para uma representação comercial dos produtos da Cadeia Produtiva da Economia da Floresta, salientamos o crescimento das vendas em Plataformas Virtuais.
Acreditamos que o estudo, o planejamento e o gerenciamento de uma Loja Virtual venham de encontro à imagem socioecológica dos produtos da Economia da Verde das comunidades indígenas. As vendas podem ser efetuadas em diversos canais havendo um planejamento de marketing adequado e o gerenciamento eficiente da loja, desde a organização dos pedidos, o atendimento, a remessa rápida e as soluções de pagamento, incluindo uma apresentação visual atraente.
É preciso estabelecer a logística e o gerenciamento do estoque, disponibilizando ao público consumidor um catálogo atrativo de todos os produtos. O planejamento deve seguir um plano de negócios: criar uma loja de fácil assimilação, oferecer informações detalhadas sobre os produtos, organizá-los por categorias, agilização e facilitação no atendimento, ser uma referência de credibilidade, passar confiança, ética e honestidade e manter a loja atualizada.
Objetivos: criar uma loja de fácil assimilação, oferecer informações detalhadas sobre os produtos, organizá-los por categorias, agilização e facilitação no atendimento, ser uma referência de credibilidade, passa confiança, ética e honestidade e manter a loja atualizada.
Tempo de implementação do projeto
24 meses
Cadeia produtiva amazônica
- Abacaxi
- Bananas
- Cupuaçu
- Mandioca
Eixos temáticos no PPBio
- III - Processos, produtos e serviços destinados aos diversos setores da bioeconomia
Status do projeto
Não enquadrado
TRL antes de se tornar projeto prioritário
TRL 3 - Demonstrado os conceitos e funcionamento
TRL na finalização do projeto prioritário
TRL 4 - Produção estabelecida, uso do produto em todo seu alcance e quantidade