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Carbono Suruí: Modelo Inovador de Geração de Crédito de Carbono na Terra Indígena Sete de Setembro do Povo Paiter Suruí
Problema que quer resolver
A Terra Indígena Sete de Setembro enfrenta uma série de problemas, principalmente causados por
invasões ilegais que culminam no desmatamento e geram dependência de atividades não sustentáveis, as
quais potencializam a possibilidade de conflitos e a perda de identidade cultural. Neste contexto políticas
governamentais demonstram-se insuficientes e colocam a soberania territorial, cultura e a qualidade de vida
do povo Paiter-Suruí em risco, o que significa que são necessárias medidas urgentes para proteger este
território e garantir seus direitos fundamentais.
Solução apresentada
Ao buscar-se alternativas econômicas para tais territórios, observa-se o potencial econômico do Crédito de
Carbono para a região Amazônica. Estima-se que o Brasil poderia obter anualmente US$ 15 bilhões em
receitas com créditos de carbono oriundos de projetos de conservação florestal apenas com a região
Amazônica (Exame, 2023). No âmbito do mercado global, o Banco Mundial, por meio do relatório “State
and Trends of Carbon Pricing 2022” revelou que em 2022 a receita global gerada pela precificação do
carbono aumentou quase 60%, atingindo a cifra de US$ 84 bilhões. Pela primeira vez na história, o total
contabilizado pelos 32 sistemas de compra e venda de créditos de carbono em várias regiões do planeta
ultrapassou o que é movimentado pelos 36 sistemas espalhados pelo mundo que taxam de alguma forma a
emissão de carbono.
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Eixos temáticos no PPBio
VI - Negócios de impacto social e ambiental
Status do projeto
Em andamento
ODS a serem alcançadas no projeto
Captação
Valor de investimento: R$ 2.000.000,00 a 2.500.000,00
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