VEM DE ONDE? - Desenvolvimento de uma ferramenta de rastreabilidade para a cadeia da Castanha-do-Brasil

Problema que quer resolver

● Atualmente, a falta de garantia de origem é um grande limitador de venda dos produtos da biodiversidade Amazônica para o mercado nacional e internacional, em especial da castanha-do-Brasil para exportação, que é apenas 16% da produção brasileira, que foi de 33,2 mil toneladas em 2020. ● A Bolívia e o Peru, grandes exportadores mundiais, poderiam ampliar a compra das castanhas exportadas pelo Brasil, já que pagam 10 vezes mais que o preço mínimo do mercado nacional. ● Não há integração de ferramentas, técnicas, metodologias, equipamentos e sistemas existentes nos diversos elos da cadeia produtiva, capazes de evidenciar a rastreabilidade.

Solução apresentada

a) Rastrear todos os elos da cadeia produtiva, iniciando nas castanheiras, tornando possível identificar a origem das castanhas e de problemas pontuais de qualidade, associando-os aos respectivos atores envolvidos.b) Agregar valor ao produto final através do registro e entrega das informações aos interessados, em especial ao consumidor final, através de códigos 2D fixados nas embalagens.c) Facilitar a localização das castanheiras na floresta, orientando os extrativistas no retorno aos castanhais para realizar a coleta, mostrando em quais árvores os ouriços já foram coletados na temporada e diferenciando o período de coleta por cores.

Tipo e justificativa da inovação

falta de localização das castanha, das trilhas .... Um inovador sistema informatizado de rastreabilidade, que atenderá: a) os extrativistas/coletores de castanha, para quem atualmente não há a oferta de nenhuma solução de apoio ao seu trabalho de selecionar as áreas de floresta com maior densidade de castanheiras, nem trilhas a percorrer e b) o mercado B2B, que não tem como selecionar os fornecedores que dispõem de produtos verdadeiramente oriundos da floresta amazônica barsileira, buscando entregar maior valor agregado para o consumidor final. O desenvolvimento permitirá a identificação das árvores por geoespacialização, o que permitirá dar retorno ao extrativista ao ponto exato da extração na floresta, por meio de uma forma visual de apresentação das árvores, onde ele ainda não realizou a coleta naquela safra e das quantidades de rotas associadas em safras passadas. As soluções dos competidores atuais ainda operam com a conferência física e não consideram o efeito de retorno para o extrativista.

Geração de receita

B2B “Business to Business”; B2C “Business to Consumer”

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Eixos temáticos no PPBio

  • III - Processos, produtos e serviços destinados aos diversos setores da bioeconomia

Status do projeto

Finalizado

ODS a serem alcançadas no projeto

Captação
Valor de investimento:
R$ 500.000,00 a 1.000.000,00

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Informação da Instituição
Instituto CERTI Amazônia